And long, long live that look on your face.

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Eu tive uma semana tão agitada e ando um pouco nervosa com alguns trabalhos, prazos e tudo. Nesse semestre eu montei minha grade da faculdade com algumas matérias de períodos mais adiantados que o meu, e claro, acabei me atolando um pouco. Alguns trabalhos estão me empolgando bastante e espero poder, mais pra frente, falar deles aqui! Já outros…

De qualquer forma, eu tive, sim, alguns momentos bem happy-free-confused-and-lonely-in-the-best-way nesses últimos dias. Esses momentos mais relaxantes aconteceram, claro, quando eu resolvi escutar música bem alta e/ou fazer um karaokê sozinha no quarto. Ou pela casa, como fiz hoje, já que estou em casa hoje!

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Uma das músicas que mais me emociona, arrepia e me deixa maluca é ‘Long Live’, da Taylor Swift e não tem como explicar… Se você ouve essa música e não sente o quanto a magia dela (da música, da Taylor…) pode ser imensurável, então você talvez nunca vá entender, porque não dá nem pra desenhar. Não foi uma das músicas que me relaxou durante a semana, mas tem muito a ver com uns vídeos que parei pra assistir hoje à noite, porque tiveram mais ou menos o mesmo efeito da canção em mim: me deixaram toda boba com essa grandeza, o poder e essa atmosfera da Tay e de suas turnês. Tanto, que eu precisei dividir com alguém, mas ao invés de mandar mensagem pra alguma amiga, pensei: por que não o blog? E aqui estou.

O primeiro, é uma compilação chamada ‘Taylor Swift (ft The Fans)’, que são imagens das três últimas turnês (Fearless, Speak Now e Red) de momentos superespeciais: os fãs cantando junto com ela (ou sozinhos, e são muitos <3). A gente sabe (e se você não sabia, ela conta no vídeo) que esse era/é o maior sonho, a maior emoção, o som favorito dela! É tão lindo, a emoção transcende o virtual e não tem como não achar fascinante.

O segundo, é um pouco dos bastidores da semana mais legal da Red Tour! Claaaro, Los Angeles! A escolha de convidadas e de músicas pros shows no Staples Center não poderia ter sido mais bacana, nem sei dizer de qual gostei mais. Há tanto tempo eu não ouvia Jennifer Lopez! Ainda mais ‘Jenny from the Block’, foi uma surpresa tão boa! Eu nunca tinha parado pra ouvir Tegan and Sara e nossa, me sinto nos anos 80 ouvindo ‘Close’ e é tão irado! A Ellie Goulding linda, estava tão feliz, não dava pra prar de olhar pra ela. No dia que a Sara Bareilles foi cantar Brave, eu quase não acreditei, saí de casa atrasada pra aula de tanto rever o vídeo, porque gente, é Sara, é Taylor, é Brave!!! E uma das coisas mais divertidas pra fazer quando você está sozinha é cantar ‘Want U Back’, não consigo ficar parada, então também amei ver a Cher na Red Tour.

Enfim, a Taylor me anima, emociona e relaxa. E tenho certeza de que muito mais gente se sente assim, tanto com ela quanto com tantos outros músicos que fazem tudo isso, uma hora acabam com a gente, em outras horas são a justificativa de ainda estarmos bem. Ahhh. E você, quais são as músicas e bandas que encontram um espaço na correria e te puxam pra dançar? 😉

P.S. No ‘Taylor Swift (ft The Fans)’, na parte em que ela fala sobre ‘Our Song’ na entrevista, ela está tão parecida, com todo o jeitinho da Amy Adams ❤

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Not something thumping from the City.

Não fui criada em uma fazenda, com cavalos em volta… O mais perto que cheguei desse universo bucólico foi uma ferradura pendurada na árvore do meu quintal e alguns comerciais do Greatest Hits da Shania Twain que passavam o tempo inteiro no SBT em 2004 e faziam meu irmão e eu cantar ‘Still The One’ aos berros pela casa. Mas mesmo assim, o Country é muito importante e mora no meu coração.

Eu não gosto apenas de Country, quem me conhece sabe que eu não gosto apenas de nada, que eu aprecio vários estilos bem diferentes de música, literatura, filmes, lugares… E que pra mim tudo é a melhor coisa que existe naquele momento. E a melhor coisa do mundo, de todos os tempos, que apresento agora é: Música Country.

De tudo, a característica que eu mais gost do cenário Country é a sensação de estar tudo em família. Claro que não é exatamente assim,  e por trás de toda essa coisa de “viemos do campo, temos a mesmas raízes, nos amamos” há algumas intrigas, como em toda indústria musical. Basta ver as tramas de ‘Country Strong’ ou do seriado ‘Nashville’; o que é mostrado na série são coisas que a criadora, Callie Khouri, viu de perto quando morou na cidade de mesmo nome.

Mas, tirando o inevitável, é uma delícia assistir aos festivais, às premiações como o ACM Awards e o CMA Awards. As apresentações, as parcerias que dão aquele toque especial, os discursos, as piadas… Na minha opinião, são melhores do que qualquer outro prêmio de música, sempre vale assistir, me sinto “em casa” mesmo vendo pelo youtube, haha. Olhar pra uma foto assim, ver que está faltando gente aí, mas dos que estão, você sabe quem é quem e adora… Isso é coisa de família, não é?

Só nunca entenderei a Miranda Cosgrove aí…

Um dos momentos mais inesquecíveis pra mim, foi quando Kix Brooks e Ronnie Dunn – que formavam uma dupla há 20 anos – anunciaram a separação, em agosto de 2009. No ano seguinte, eles apresentaram o ‘The Last Rodeo – Final Show’ (foto acima), um show de despedida que foi a coisa mais linda, e estava todo mundo lá! Foi demais! Na época eu assisti todos os fragmentos do show disponíveis na internet, mas hoje descobri que tem na íntegra no youtube.


Não resisti, assisti de novo…

Brooks and Dunn era uma das poucas duplas da música Country, diferente de como é aqui no Brasil (um monte de duplas sertanejas), lá há mais cantores solo, trios e bandas. Mas assim como aqui existe o sertanejo universitário, nos Estados Unidos o Country anda sendo reinventado, com muita gente incrível nessa nova geração. O que eu enxergo, na verdade, são até segmentos um pouco variados dentro da mesma geração, mas ficaria difícil explicar, porque as linhas divisórias são meio embaçadas. Fica mais claro quando você ouve as músicas e percebe as diferentes atmosferas entre cada época (de Hillbilly até hoje) e de artista para artista. Todos fazem parte da mesma coisa, é fácil relacionar, mas cada um faz de um jeito único… Mesmo com os elementos repetitivos (seja o formato de contar histórias inteiras, os instrumentos como banjo ou bandolim ou mesmo a menção do cotidiano no campo como pick-up trucks, campo aberto, chapéus de cowboy…), dessa fonte sai uma variedade imensa de música boa, e com muita qualidade.

A Taylor Swift, por exemplo, recebe indicações, prêmios (menos do que antes) e tudo como artista country, apesar de muita, muuuita gente questionar isso. Na minha opinião, não há razão para excluir a Taylor, ainda que as músicas dela saiam até bastante do que é o Country. É que sempre há elementos do estilo espalhados, pelo menos por algumas canções, de seus discos. E também (especialmente pelas duas próximas razões) porque ela começou lá, tenho certeza de que mesmo ela ainda se sentindo como se ninguém estivesse a convidado para as festas, ela se sente mais à vontade nesse ambiente; e não podemos esquecer, de tudo que ela fez pela música Country.Pessoas de países da Europa e até daqui do Brasil, que não eram familiarizados com o Country, começaram ouvindo Taylor, e agora compram cds e vão a shows de muitos outros artistas do gênero.

A importância do estilo para os americanos também está refletida em sua forte presença nos reality shows musicais. A primeira vencedora do American Idol, Kelly Clarkson <3, na época cantava mais pop, mas ela está bem inserida no meio Country também. Carrie Underwood venceu a quarta temporada programa, que aliás, tem agora o Keith Urban como um dos jurados. No ano passado, Tate Stevens foi o vencedor da segunda temporada do X Factor. E claro, O Blake Shelton ❤ é (o melhor) jurado do The Voice.

É raro, mas às vezes ouço as rádios brasileiras tocarem Country. Lady Antebellum, Taylor Swift, além dos clássicos como Faith Hill (Juuuust breathe… alto no carro, quem nunca?), Shania Twain (‘From This Moment’ toca em todo casamento, gente!). Mas acho que o que todo mundo conhece e ama mesmo é o reireirei Johnny Cash. You make me happy when skies are grey. ❤ Não tem ninguém que não adore ‘Folsom Prison Blues’, ‘Walk the Line’, os duetos com o Bob Dylan ou com a June.


Oh, gente…

Outro momento memorável na história da Música Country foi o CMA Awards 2012. Três palavras: Miranda e Blake. Miranda Lambert e Blake Shelton, que são um casal tão lindo quanto Faith Hill e Tim McGraw (ou, como um comentário dizia, são Beyoncé e Jay-Z do Country), foram os donos da noite de premiação, que aconteceu em novembro passado. Ela ganhou Female Vocalist of the Year, ele ganhou Entertainer of the Year e os dois juntinhos ganharam Song of the Year – para  ‘Over You’, canção escrita pelos dois, para o irmão dele, falecido há alguns anos. Então, se você ousar apertar play nos três vídeos abaixo, te garanto 10 minutos e 36 segundos de pura lindeza.


Se ‘Best Couple of All Time‘ fosse uma categoria…


We are a team! O discurso lindo, humilde, com esse sotaque ❤


Mais do que merecido, porque se o Blake fez uma coisa em 2012 foi entreter a gente!

O motivo de eu ter começado a falar de Country aqui, foi porque finalmente tive tempo para ouvir o ‘Pioneer’ todo, que é o segundo album da The Band Perry. O cd foi lançado no mês passado, e a banda, que é uma das minhas favoritas (mas muito favoritas mesmo!), caprichou tanto! Os clipes estão incríveis, e as músicas nem se fala… A voz da Kimberly está incrível especialmente na faixa ‘Gonna Be Okay’, mas uma do trio de irmãos que explora a temática de morte. As composições continuam trazendo os rituais de uma garota que sabe como colocar um ponto final num relacionamento que acabou. Afinal, é na música Country que estão as melhores crazy ex-girlfriends!

A coisa que mais me frustra o estilo nçao ser popular no Brasil… Ninguém nunca vem fazer show aqui! Acho que nem mesmo em Barretos… O que é uma pena, mas ainda irei sim. O mais perto que eu já cheguei de alguns artistas country foi as estrelinhas de Tim McGraw, Dolly Parton e Alan Jackson, além de bater um papo com a Carrie de cera.

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São muitos ídolos (deixei muitos sem mencionar), são muitas as canções marcantes, e escrever sobre isso me fez não querer parar mais… Então, para esse post não ficar ainda maior, vou deixar para um próximo, e fazer um top 10 de duetos, ou canções… Alguma coisa assim. Vou finalizar com o clipe de ‘Better Dig Two’, da The Band Perry, que aaaaah, está entre as minhas favoritas do album (Chainsaw, Mother Like Mine, I’m a Keeper… Tá tudo bom demais). Curtam aí:


Até que a morte – e só a morte – nos separe.