O Livro e o Filme: ‘O Menino do Pijama Listrado’.

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[O post contém: spoilers, minhas impressões; Imagens: reprodução]

Essa semana eu terminei de ler ‘O Menino do Pijama Listrado’, uma leitura que foi adiada por um tempão. Pra compensar, resolvi não esperar tanto mais pra ver o filme.

Acho que todo mundo já conhece a história, inclusive o final, mas aqui vai um resumo rapidinho: “Bruno tem nove anos e não faz idéia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa, e muito menos de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Em uma de suas andanças Bruno conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai.” (Adaptado da sinopse oficial do livro).

Apesar do pano de fundo ser dos mais tristes, John Boyne conta toda a história de uma maneira simples e bonita, que foi o que me conquistou, afinal. O livro foi tão bem escrito que você não consegue – e nem quer – fugir de sentir um carinho imenso por Bruno, e mais tarde por Shmuel e pela amizade que eles constróem. É a coisa mais linda ver uma amizade nascer assim, livre de intolerâncias e preconceitos, passando por cima de muitas diferenças; simplesmente mostrando o valor do ser humano e de amigos verdadeiros.

Algumas coisas me remeteram ao livro ‘A Menina que Roubava Livros’ e ao filme ‘A Vida é Bela’, por de falar da Segunda Guerra, do nazismo e das crianças que viveram isso, mesmo sendo histórias diferentes.

Reparei que foi um dos livros mais fáceis de visualizar a história e todas as ações que eu já li. Quando Shmuel dava um sorriso ou não respondia a uma pergunta de Bruno, quando Bruno tinha coragem de ser um pouco sarcástico com o tenente Kotler, e mesmo quando Gretel chorou sentindo falta do irmão – exatamente quando eu comecei a chorar também -, tudo isso estava bastante claro na minha cabeça, com detalhes precisos, o que nem sempre acontece enquanto leio. No final das contas, ‘O Menino do Pijama Listrado’ entrou pro tima dos Livros Que Mal Posso Esperar Pra Ler de Novo.

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A primeira vez que eles se tocam (achei no h-esitate.tumblr.com)

Ao ver um filme depois de ler o livro, há sempre um pequeno choque e aquela comparação entre o que você imaginou e o que você está assistindo. Eu pelo menos fico listando mentalmente as semelhanças, as coisas das quais sinto falta… E em ‘O Menino do Pijama Listrado’ eu senti falta de muitas coisas.

Não achei o filme ruim, mas não me aproximou tanto da história quanto o livro fez. A versão cinematográfica não deixa tão clara a importância da avó para Bruno e, entre outros detalhes, senti falta da coisa do piolho, de precisar raspar a cabeça; mesmo que isso não tenha sido necessário para o desenvolvimento dessa trama. Aliás, eu vi o filme todo e só quando li os créditos no fim, que reconheci o nome do Asa Butterfield – de ‘Hugo’.

A Gretel me pareceu tão neutra e sem graça na maior parte do tempo. No livro ela tem a personalidade melhor definida e fica mais fácil amá-la ou odiá-la; é um ótimo retrato de uma menina que está entrando na adolescência e se acha muito esperta por isso; em compensação, no filme ela aparece como uma jovem patriota, com orgulho do pai e das coisas que ele faz, completamente influenciada pelas aulas e pelas ideias do próprio pai e do tenente Kotler. No fim das contas, três pontos positivos do filme chamaram a minha atenção em relação ao livro:

1) A parte em que o tenente Kotler diz à Mãe que “os judeus cheiram ainda pior depois de queimados”. Essa e outras partes do filme mostraram bem o quanto a Mãe não podia aguentar aquela situação. Eu posso não ter percebido tão bem isso enquanto lia, mas primeiro eu achei que a mãe queria voltar para a casa simplesmente por sentir falta de Berlim, por achar Haja-Vista, além de tudo, um tédio, enquanto na verdade – apesar de não ser desleal ao partido, como a Avó – ela achava insuportável conviver com tudo aquilo tão de perto.

2) O caminho da nova casa até a parte do campo onde Shmuel fica. Eu gostei bastante de ter uma espécie de bosque ali, das cenas do Bruno brincando por lá e encontrando o menino do pijama listrado pela primeira vez.

3) Quando Bruno pergunta ao Liszt se existem judeus bons, e o professor responde algo como “Bem, Bruno, se você conseguir encontrar um judeu que seja bom, você será o melhor explorador do mundo inteiro”. Apesar de não concordar com o Herr Liszt, eu gostei dessa parte, porque depois de ler o livro, acho que isso (somado ao fato de ter conhecido o Shmuel) é algo que Bruno adoraria ouvir, que o faria sentir felicidade e orgulho de suas explorações.

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Não morri de amores pelo filme, talvez por ter morrido de amores pelo livro e ter ficado com muitas expectativas. ‘O Menino do Pijama Listrado’ é, sem dúvida, uma história que merece ser lida, pois foi bem construída em seus detalhes e é levada pela sensibilidade, o elemento mais importante na minha opinião – pelo menos, quando o livro tem essa delicadeza eu me sinto mais conectada aos acontecimentos, e isso, para mim, é decisivo na hora do livro se tornar, ou não, um favorito. E essa amizade entre um menino judeu e um menino filho de um soldado nazista, em plena Segunda Guerra, é uma das minhas histórias favoritas.

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A cena das palmeiras e do por do sol, das estradas da Califórnia, de estar indo pra casa depois de um dia inesquecível com pessoas que me faziam rir e me faziam bem e olhar pela janela do carro e ver esse mar, enquanto músicas que eu não ouvia antes tocavam no rádio. Essa cena é uma das quais eu mais sinto falta. Entre todas as coisas que aconteceram naquele verão que eu passei na Califórnia, alguns momentos foram sagrados, e não importa o que houve depois deles, se eu nunca mais troquei duas palavra com quem estava comigo ou se eu visitei o lugar 500 outras vezes depois disso, eu vou para sempre me lembrar desses momentos com o maior carinho, o maior amor e com uma falha da respiração. Uma saudade imensa. De todos, o que volta à minha cabeça com mais frequência é de estar no carro voltando de LA pra Santa Barbara e não ter nenhum pensamento ou sentimento em mim que não fosse perfeitamente bom de ter. Uma paz dessas que a gente não sente quase nunca. Lembro bastante também do Paradise Pier, que virou meu lugar favorito, especialmente pela California Screamin’ e pela sensação mais maravilhosa que eu já tive na vida toda. Talvez a viagem toda tenha sido meio que o ápice da minha adolescência, um período curto onde eu vivi coisas que nem podia imaginar. Minhas referências são cheias de luzes e de fins de tarde, do céu rosinha, das luzes dos prédios de São Francisco, de estar caminhando e dando risada alta ao mesmo tempo, de olhar em volta e ver que o lugar é lindo e, é claro, de muita, muita gente que tive a felicidade de conhecer. Gente que, por termos nos encontrado em uma circunstância tão peculiar quanto um intercâmbio é, corro o risco de jamais encontrar novamente, mas que eu guardo bem o nome, o rosto, o sotaque e o que eu senti quando os tinha por perto. É muita gente, muita rua, muito calor, muito frio. Quando eu paro assim, que nem agora, pra lembrar, não paro mais de lembrar disso e daquilo e dá saudade de cada coincidência, de cada ônibus, de cada festa e ida à praia. Até do caminho de volta pra casa, depois da aula de dança (onde eu passava a maior vergonha sendo a pior da turma, e a única com mais de 12 anos) eu sinto falta. Foi uma época sem muitas preocupações, quando eu usava a maioria das tardes para exercitar minha vontade de explorar lugares desconhecidos e de dançar pelas ruas já que não havia pedestres por perto e se eu não vejo quem está no carro, há chances deles não me repararem também – e se repararem, serei só mais uma das pessoas com parafusos a menos que habitam a Califórnia.

Eu estava pelo tumblr, e vi uma foto do sol se pondo atrás das palmeiras e comecei a escrever. Só parei alguns minutos depois.

Infinite Love For… (15)

Assistir a ‘The Carrie Diaries’ sempre me inspira a pensar com mais carinho em que roupa usar, e de lá sempre acabo tirando alguma ideia legal para customizar ou combinar coisas que nunca pensei antes. E, é claro, também dá vontade de ter várias peças da Carrie, das amigas e da Dorrit – acho que especialmente dela. Às vezes chego a gostar de alguma coisa que a Donna usou também… Com o episódio “Caught” – do Baile de Inverno – foi difícil não gostar dos vestidos. O meu favorito foi o da Maggie, mas gostei muito do que a Carrie vestiu também… E dando uma olhada na internet, achei fotos da coleção da qual ele faz parte. É do estilista Georges Chakra, temporada de Primavera/Verão 2012, e tem cada coisa linda; que na verdade eu não sei onde ou quando eu poderia usar, mas que é bonito de ver, ah é sim.

Por conta de estreia de ‘Oz – Mágico e Poderoso’, que acontece essa semana, o elenco do filme tem passado bastante tempo dando entrevistas. E essa maratona deve mesmo ser exaustiva, especialmente porque perguntas se repetem e quase nunca acontece algo diferente. Mas dessa vez, o repórter Chris Stark, do programa de Scott Mills da BBC1 estava tão nervoso e enrolado na hora de entrevistar Mila Kunis (que interpreta a Bruxa Malvada do Oeste no longa) que a entrevista acabou virando a que a atriz mais gostou. Isso porque chegou ao ponto de Chris ignorar as perguntas que deveria fazer e apenas ficou conversando com Mila sobre seu time, um ótimo lugar pra comer franco e cerveja favorita. No fim das contas ela ainda disse “vou começar a responder perguntas que eu sei que era pra você fazer” e saiu falando sobre a gravação do filme… Me diverti vendo, assista aqui.

Ohhh, pela primeira vez na vida eu ganhei um concurso cultural! E assim, no último sábado fui assistir ao ‘Rock in Rio – O Musical‘. A sessão foi especial para membros do Rock in Rio Club, eu levei meu irmão e nós nos divertimos muito; a peça é cheia de surpresas e muito bem feita, de figurino a cenário, de atuações à trilha sonora, além do texto engraçadíssimo. Pra quem gosta de música, festivais e, especialmente, já foi a um Rock in Rio, a apresentação é imperdível. Alguns dos meus momentos favoritos foram as apresentações de ‘Kiss’ do Prince, ‘Poeira’ da Ivete Sangalo e quando fizeram um medley com canções do Legião Urbana. Todos os atores cantam muito bem e as versões ficaram lindas. O espetáculo está em cartaz na Cidade das Artes e os ingressos estão sendo vendidos no Ingresso.com.

Feministas Estridentes.

Depois de amanhã é 8 de março, o Dia Internacional da Mulher. Em homenagem a todas nós, rodei pelos meus blogs favoritos sobre feminismo, e escolhi, para ilustrar o CD5 dessa semana, cinco imagens feministas que representam vitórias das mulheres até aqui, e toda a luta que ainda temos pela frente. Essa luta é diária, contra nossos próprios preconceitos e também contra os padrões e modelos que nos são apresentados como “o que é correto”. Feminismo não é sexismo, e nós mulheres só queremos/merecemos igualdade, respeito e direito de tomar as próprias decisões. É uma causa de todas (os) nós, absolutamente, pela liberdade de ser.

Não sei quem fez a colagem, mas tem ilustrações da http://anna-grrrl.tumblr.com

Não sei quem fez a colagem, mas tem ilustrações da http://anna-grrrl.tumblr.com

Fonte desconhecida, vi no http://smellslikegirlriot.tumblr.com

Fonte desconhecida, vi no http://smellslikegirlriot.tumblr.com

Nos comentários do http://slutshamingdetected.tumblr.com/Quase todo mundo já penso assim, e nunca é tarde pra pensar melhor.

Nos comentários do http://slutshamingdetected.tumblr.com/
Quase todo mundo já pensou assim, e nunca é tarde pra pensar melhor.

Aliás, as meninas que editam todos os blogs citados são demais! Parabéns especiais para elas 🙂 O conteúdo é cheio de informação, arte, opiniões, denúncias e textos inteligentes que eu indicaria pra todo mundo, homens e mulheres.

Cola, Papel e Tesoura.

Os três materiais citados acima são tudo que você precisa para fazer uma colagem. Só isso e um pouco de imaginação.

Colagens sempre foram uma mania minha, seja para enfeitar a parede, unir várias lembranças em uma só imagem ou para deixar a capa dos cadernos da escola combinando mais comigo. Eu adoro o processo de procurar imagens e pensar em como posso encaixá-las… Mas não é só por criar cenas completamente novas a partir do que já existe, que eu adoro colagens. Tem um segredo: eu falhei em basicamente todas as outras formas de arte, como instrumentos musicais ou pintura. Sim, você achava que não tinha mais esperança, ein? Bem, para você que duvida ter qualquer talento, a esperança está bem ali: na cola, no papel, e na tesoura.

Quando eu começar a usar meus próprios “desenhos” para ilustrar os posts, vocês vão ver que na Arte eu sou uma excelente apreciadora mesmo. Mas das minhas colagens eu gosto bastante, e venho praticando há uns bons anos, por isso esse é um dos assuntos que me sinto apta para dar algumas dicas. Enquanto eu fazia as capas dos cadernos que estou usando nesse período, fui fotografando e aí está o resultado:

Você vai precisar de:

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1. GRAVURAS, REVISTAS, ENCARTES – todos os lugares com algum potencial para ter imagens interessantes.
2. DUREX*
3. PAPEL CONTACT*
4. UM CADERNO* – com uma capa que não tenha nada a ver com você (quando é do Nemo, por exemplo, eu sinto pena de cobrir).
5. COLA
6. TESOURA SEM PONTA – pode ser tesoura normal. Eu só meio que quis fazer a Eliana. Aliás, eu usei tesoura de adulto, hehe.

*Esses materiais só são necessários no caso de customizar a capa do caderno; se for simplesmente uma colagem, bastarão aqueles três do título. 🙂

Depois que você conseguiu as revistas, jornais etc, folheie e tente olhar com cuidado, pense em todas as possibilidades e no que cada imagem, palavra ou frase pode significar no contexto da sua colagem. Ou não pense em nada, saia recortando tudo que é bonito e engraçado e cole uma coisa em cima da outra também. A colagem é democrática desse jeito, e as chances de ficar ruim são mínimas. Assim que escolher as que mais lhe chamaram atenção, recorte as imagens. Uma dica legal é colocá-las em um espaço para ficarem visíveis e assim você poderá ver o que você tem disponível e relacioná-las.

Um palhaço tocador de tambor andando nas águas enquanto os portugueses chegam ao Brasil, por exemplo.

Um palhaço tocador de tambor andando nas águas enquanto os portugueses chegam ao Brasil, por exemplo.

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Agora sim! Até aqui, foi um pouco enrolado, mas chegou a hora de botar a mão na passa pra valer… Fazer, enfim, sua colagem! Cole (com o durex) uma folha de ofício na capa do caderno. Vai ficar maior que a capa, mas a gente vai dobrar pra dentro mais tarde. Prontinho, agora você tem uma linda tela branca prontinha pra ser ocupada pelo que você imaginar. É a melhor parte de todas.

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Vá montando a cena ali na folha, mas sem colar ainda. Assim você pode decidir o que funciona e o que não fica legal, e fica mais à vontade pra mudar de ideia sem se estressar… É pra se expressar e se divertir!

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Assim que você ver que realmente quer aquela ideia, pode colar! =D

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Depois e algum tempo, terá a colagem prontinha!
Acontece, às vezes, de falta alguma coisa na colagem e, absolutamente nenhuma das imagens que você tem é capaz de complementar… Quando isso acontece, eu gosto de desenhar; coisas abstratas, ou me inspiro em alguma coisa, ou invento, ou peço para a minha família – que passou por mim sentada ali o domingo inteiro – alguma opinião ou ideia do que pode ser feito. Sempre fica legal. O meu ficou assim:

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Agora para o acabamento do caderno ficar legal, pegue o contact. Com uma régua, tire as medidas da folha de ofício e recorte um pedaço do contact que seja um pouco maior, tanto na altura quanto nas laterais. Com muito cuidado, cole o contact (eu tomo o cuidado de gritar “mãe, vou colocar o contact” e ela vem me ajudar…). Essa parte do trabalho em equipe é: você posiciona a folha do contact rente ao arame do caderno; alguém vai tirando a folha que protege a parte da cola; e você, com uma régua, vai arrumando para evitar bolhas de ar (que acabam acontecendo, mas quanto menos, melhor!).

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Agora dobre o que sobrou de ofício e de contact para dentro do caderno. Aproveite a cola do contact para fixar, e finalize dobrando as pontinhas com o durex.

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Boas colagens pra vocês, aproveitem aquelas revistas antigas – que não têm outra utilidade, mas certamente têm imagens ótimas! Façam para colocar na parede, nos cadernos, diários ou até cartões de aniversário… Não há limites! 😉

Infinite Love For… (14)

Já estava com saudades de contar sobre as coisas que me animaram ou me inspiraram nos últimos dias, e nesse caso, nas últimas semanas.

Vou começar sugerindo a quem nunca foi a uma loja física da Livraria Cutura, que faça isso o mais rápido possível. Só porque todo mundo que ama literatura merece passar pela encantadora experiência que é entrar lá e passar algumas horas perambulando pelos corredores, sorrindo a cada prateleira. Abriu uma há pouco tempo na Rua Senador Dantas, no Centro e uau. Assim que eu entrei, achei tão cheirosinha, e a cada andada eu descobri que havia mais um ‘salão’ ou mais andares… Vi livros que nunca imaginei ver em lojas, livros que nunca imaginei ver na vida, e edições bem caprichadas, lindas, tudo implorando para ser levado comigo (ou seria eu implorando pra poder levar?). Só sei que mesmo com uma lista enorme de livros pra faculdade, e de livros pra ler em casa, quebrei a promessa de não comprar livros tão cedo e saí de lá com um. I just had to! Sempre gostei muito da Saraiva, da Fnac, mas depois de visitar a Cultura, tenho a impressão de que as outras estão de brincadeira… Ah, corra aqui e escolha uma belezinha dessas pra você visitar.

Ainda não é daquelas canetas de desenho animado que todo mundo quis quando é criança e nunca vai deixar de querer… Aqueeelas que você usa pra desenhar uma porta e tcharam! consegue abrí-la e aparecer em outro lugar, fugir de quem está correndo atrás de você. Mas a 3Doodler é o que chega mais perto disso no nosso mundo real. Além de permitir que o desenho saia do papel, a caneta desafia a gravidade e é uma forma completamente nova (e praticamente ilimitada) de criar desenhos literalmente em 3d que podem virar brinquedos, objetos, maquetes, decoração… Como os idealizadores explicam nesse vídeo demonstrativo, é como uma impressora em terceira dimensão. Quem não é muito habilidoso com desenhos (cofeuzinhacof) pode, por exemplo, contornar formas já existentes em jornais, revistas ou impressões e dá uma vida nova a elas. Ah, e tem várias cores! Falta muito pro Natal?

Vi no Abra a Janela, o que agora é um dos meus sites favoritos sobre fotografia e viagem ao mesmo tempo! O Let’s Travel Somewhere é um site simples e lindo, assim como a sua proposta: escolher uma cidade do mundo, clicar e viajar por lá através de fotos maravilhosas. O problema é que só faz aumentar nossa wanderlust

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Só um cartão de rolinha na poça pra me desculpar com uma ou mais pessoas que eu percebi pelas estatísticas que mesmo com o meu aparente abandono ainda visita essa página com algum esperança. Obrigada, também.

As aulas voltaram, e com elas muitas tarefas… Além de outras coisas como a internet que ficou um tempão sem funcionar – e ainda está meio capenga, e eu não sei mais o que fazer. Algumas coisas parecem estar completamente fora do lugar e eu estou na fase de ficar encarando a bagunça ainda; logo mais começo a arrumar tudo.

Uma promessa: não vai passar de março, não pode passar de março. Colocarei tudo em dia, tanto o blog, quanto as leituras, os trabalhos e outras pendências. Ah, e para manter a espontaneidade por aqui, também decidi que farei todas as ilustrações para os futuros posts. Logo, desenhos, colagens e fotografias que aparecerem aqui serão todos de minha autoria (mesmo que isso seja desastroso), exceto quando eu avisar que não são. Lógico que em várias colagens aparecerão fotos que não são minhas, mas também avisarei.

Logo mais apareço, vou demorar menos dessa vez. Beijos!

Se a canoa não virar…

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… olê olê olá, eu chego lá! O que eu mais gosto do carnaval são as fantasias inesperadas que vemos por aí, os nomes hilários dos blocos de rua e, claro, as marchinhas! Algumas das mais populares e divertidas formam essa playlist especial. Ouça aqui.

  1. Marcha do Remador (Se a Canoa não Virar)
  2. Me Dá um Dinheiro Aí
  3. Aurora
  4. Daqui Não Saio
  5. Bandeira Branca – Dalva de Oliveira
  6. Pierrô Apaixonado
  7. Taí
  8. Sassaricando – Rita Lee
  9. Brigitte Bardot
  10. Turma do Funil